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14
setembro2012
COORDENAÇÃO: Ana Salgueiro Rodrigues
sumário
02 Cultura & conflito.
Uma questão actual
Cultura & Conflito.
.
.
Madeira
05 Poder e conflito no Funchal setecentista: uma vereação municipal zelosa das
suas prerrogativas
06 A...
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Página web: http://www. madeira-edu. pt/ceha • Email: ceha. conferencias@gmail. com 1 14 setembro2012 COORDENAÇÃO: Ana Salgueiro Rodrigues sumário 02 Cultura & conflito. Uma questão actual Cultura & Conflito. . . Madeira 05 Poder e conflito no Funchal setecentista: uma vereação municipal zelosa das suas prerrogativas 06 A Igreja Britânica da Madeira: um caso de gestão de conflitos no início do séc. XIX 10 Arquipélago da Madeira/metrópole: Culturas e conflitos. Breve incursão nos debates parlamentares da Monarquia Constitucional 12 Britânicos e madeirenses na História da Madeira: conflito e/ou colaboração? 15 Quando a arte fala do que“(re)pele” 18 Conflito e cultura organizacional: os verdadeiros motores do desenvolvimento 20 Galeria dos Prazeres…Que futuro? Testemunho de um encontro entre espaço rural e arte contemporânea 22 Entre a pedra e as águas Cultura & conflito. . . outros lugares 23 A bem da Nação: a cultura popular como elemento apaziguador e remediador de conflitos nos p
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11
setembro2011
COORDENAÇÃO: Amílcar Pereira
Editorial
Alberto Vieira (Presidente CEHA)
A propósito de ilhas e
continentes.
.
.
“.
.
.
O conjunto dos arquipélagos das
Canárias, Madeira e Açores: escalas
obrigatórias em todo esse sistema...
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Página web: http://www. madeira-edu. pt/ceha • Email: ceha. conferencias@gmail. com 1 11 setembro2011 COORDENAÇÃO: Amílcar Pereira Editorial Alberto Vieira (Presidente CEHA) A propósito de ilhas e continentes. . . “. . . O conjunto dos arquipélagos das Canárias, Madeira e Açores: escalas obrigatórias em todo esse sistema mundial, uma vez que o globo se tornou em periferia desse centro dinâmico, empreendedor e avassalador, que é a Europa ocidental dos séculos XVI-XVIII. (. . . ) A Madeira situa-se no centro deste sistema de duplo sentido, e por isso de certo modo comanda todo este espaço, porque vive sobretudo da riquíssima produção própria. ” Godinho, V. M. , 1990, Mito e mercadoria, utopia e prática de navegar. Séculos XIII-XVIII, Lisboa. Hoje parece que estamos distantes dos centros de decisão, mas nem sempre foi assim. Nos idos séculos XV e XVI as ilhas jogaram um papel importante, fazendo com que o centro quase se transferisse para aqui. Ao menos muitas das atenções estavam
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SLAVES WITH OR
WITHOUT SUGAR.
MADEIRA S CASE
by ALBERTO VIEIRA
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Funchal.
1996
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JAN-DEZ 2011
PROGRAMA
cultuRAl
APRESENtAÇÃO
A
actividade do CEHA para o ano de 2011 será subordinada a diversos
ciclos temáticos que terão lugar às Quartas-feiras e, nalguns casos, à
Sexta-feira.
Por outro lado teremos todas as Sextas-feiras, pelas 21h,
concertos a cargo dos alunos do Conservatório Escola de Artes da Madeira....
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JAN-DEZ 2011 PROGRAMA cultuRAl APRESENtAÇÃO A actividade do CEHA para o ano de 2011 será subordinada a diversos ciclos temáticos que terão lugar às Quartas-feiras e, nalguns casos, à Sexta-feira. Por outro lado teremos todas as Sextas-feiras, pelas 21h, concertos a cargo dos alunos do Conservatório Escola de Artes da Madeira. As actividades de debate e divulgação serão estruturadas em diversos ciclos temáticos, permitindo, alguns deles, a sua validação pela Direcção Regional de Educação para a formação dos Professores. O presente programa radica numa visão cultural atenta ao devir, com sólidas fundações nos ensinamentos e no conhecimento do passado. O plano que agora apresentamos assim o indicia, reflectindo uma visão assente na cooperação inter-institucional, na investigação, na crítica, no testemunho [de carácter etnográfico], na criatividade, enfim, na vontade de concorrer para que a História do futuro se construa com contributos plurais, mas rigorosos. O quadro conceptual subj
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Pub. on Marzo 17 2011
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AS ILHAS
NISSOLOGIA OU NESOLOGIA
ALBERTO VIEIRA
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A economia da madeira
uma visão prospectiva
Alberto Vieira
INVESTIGADOR-COORDENADOR
CEHA-MADEIRA
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" E não criou Deus, nem levantou ou descobriu tudo terras chãs e
fértil, mas também fez montes e vales, outeiros e campos chãos,
terras mimosas e pedregosas, algumas secas e outras regadias,
sendo só um elemento...
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A economia da madeira uma visão prospectiva Alberto Vieira INVESTIGADOR-COORDENADOR CEHA-MADEIRA avceha2@gmail. com " E não criou Deus, nem levantou ou descobriu tudo terras chãs e fértil, mas também fez montes e vales, outeiros e campos chãos, terras mimosas e pedregosas, algumas secas e outras regadias, sendo só um elemento com tantas variedades, como a espécie dos homens com tão diversos rostos. As criaturas todas com virtudes, feições, cores, propriedades e qualidades tão estranhas e diferentes antre si, e tudo pera fermosura do Universo, pera, como bom pintor, com diversidade de cousas e cores, realçar com umas a fermosura das outras. assi também, ou quando logo criou o Mundo, no principio fez terra firme e muitas ilhas, ainda que adiante, ou antes do dilúvio ou depois dele ou com ele, algumas mudanças fossem e se fizessem. " (Gaspar Frutuoso, Livro Primeiro das Saudades da Terra, Ponta Delgada, 1984, p. 300) O estudo e entendimento da História Económica da Madeira só podem ser
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A Festa e ao Fim do Ano
ALBERTO VIEIRA
Para o madeirense a época mais festiva é sem dúvida a que abrange o Natal e Fim de Ano.
Deste modo o Natal é apenas designado de AFesta@, isto é, como que a querer dizer que o grande
momento festivo acontece sempre em Dezembro.
Na ilha as festividades religiosas do nascimento
de Cristo...
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A Festa e ao Fim do Ano ALBERTO VIEIRA Para o madeirense a época mais festiva é sem dúvida a que abrange o Natal e Fim de Ano. Deste modo o Natal é apenas designado de AFesta@, isto é, como que a querer dizer que o grande momento festivo acontece sempre em Dezembro. Na ilha as festividades religiosas do nascimento de Cristo aliam-se às profanas que marcam a mudança do ano. A tradição local, alia-se à alheia, expressa na presença habitual de milhares de turistas. Em qualquer dos casos o espectáculo, as tradições que o envolvem, inebriam-nos num misto de luz e cor. As iluminações públicas, o fogo de artifício são as evidências deste folguedo que assume sempre um carácter colectivo de catarse para residentes e forasteiros. Esta última folia no século XX foi apropriada pelas festas da cidade e acontecia pela congregação do turismo com a vivência local. Para o madeirense a grande evidencia foi sempre o Natal, mas paulatinamente o fim-de-ano foi-se impondo deixando de ser só para os t
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Pub. on Dic. 18 2010
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TRABALHOS SOBRE A HISTÓRIA DA
ALIMENTAÇÃO NA MADEIRA
alberto vieira
• (1998): Dados para a História da Alimentação na Madeira, in Folclore, 1998, pp.
34-36
•
• (2004), A Madeira e a História da Alimentação no Ocidente
•
• (2004), A Mesa e a Cozinha na História Madeirense,
•
• (2006), Madeira.
Da Terra às...
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TRABALHOS SOBRE A HISTÓRIA DA ALIMENTAÇÃO NA MADEIRA alberto vieira • (1998): Dados para a História da Alimentação na Madeira, in Folclore, 1998, pp. 34-36 • • (2004), A Madeira e a História da Alimentação no Ocidente • • (2004), A Mesa e a Cozinha na História Madeirense, • • (2006), Madeira. Da Terra às Tradições Gastronómicas
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Pub. on Nov. 8 2010
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FUNCHAL -CIDADE INTERCULTURAL?
Alberto vieira
CEHA-MADEIRA
avieira@inbox.
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FUNCHAL-2009
Minha alma é de todo o mundo
todo o mundo me pertence
Aqui me encontro o confronto
com gente de todo o mundo
que a todo o mundo pertenço.
(António Gedeão, Poesias Completas, Lisboa, 1964)
“…o diálogo intercultural consiste num...
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FUNCHAL -CIDADE INTERCULTURAL? Alberto vieira CEHA-MADEIRA avieira@inbox. com FUNCHAL-2009 Minha alma é de todo o mundo todo o mundo me pertence Aqui me encontro o confronto com gente de todo o mundo que a todo o mundo pertenço. (António Gedeão, Poesias Completas, Lisboa, 1964) “…o diálogo intercultural consiste num intercâmbio, franco e respeitoso, de pontos de vista entre pessoas e grupos pertencentes a culturas diferentes que permite uma melhor compreensão das percepções do mundo de cada um. ” Conselho da Europa (2003). Livro Branco do Diálogo Intercultural,
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Pub. on Nov. 4 2010
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